Morro de São Paulo - Ba
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
O sensacionalismo reina na televisão brasileira
É visível a desigualdade dos conteúdos abordados na televisão brasileira. Quem acompanha a programação televisiva diariamente pode notar que, a falta de programas culturais e educativos faz com que cada vez mais a população absorva o que é jogado na tela da tevê, sem contestar nem ter como fazer opção por algo melhor. A televisão brasileira encontra-se carente de programação de boa qualidade.
A priorização de certas reportagens que visivelmente trazem mais audiência, e a exclusão de temas que valorizam a grade televisiva entram então, em constante conflito de tempo e valor.
Enquanto vários eventos culturais como: peças teatrais, shows, exposições, mostra de cinema e várias outras coisas acontecem na cidade, quase nada é abordado. Por outro lado, um assassinato que aconteceu por consequência do narcotráfico em um bairro de classe média baixa, vira notícia em todas as capas de jornais impressos e faz com que dispare a audiência nesses programas sensacionalistas, que abusam da imagem do cidadão, e são famosos pela falta de ética. Outra questão bastante grave é o horário nos quais os programas são exibidos. A questão do horário contraria o Estatuto da Criança e do Adolescente, possibilitando o acesso direto ao conteúdo do programa, para crianças e jovens que ainda não possuem opiniões formadas. Através do conteúdo das reportagens, são fortalecidos preconceitos, o racismo e a homofobia.
É preciso lembrar que a mídia é formadora de opiniões e que a exibição de conteúdos inadequado em certos programas, pode ser um problema social.
Entra em questão então, a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa, e de acordo com isso, os conflitos éticos são gerados. Qual o limite para tais questões? É um fato que, nesses programas são abordados temas que agridem e expõem a imagem do cidadão, e que infelizmente, a audiência que o programa ganha é garantida exatamente pelas mesmas pessoas que sofrem difamação da própria imagem.
A televisão é o meio de comunicação mais utilizado pelos brasileiros, e por ser o principal, deve ser regido pela ética.
A dança e os benefícios para o corpo e mente
A coordenação motora, a disciplina, a concentração, o relaxamento, a diversão. Todos os atributos anteriores estão diretamente relacionados ao ato de dançar, e os benefícios para nosso corpo, mente e alma.
Podemos perceber ao longo do tempo, a diferença que a prática da dança trás de positivo para o cotidiano das pessoas. A dança pode estar presente na vida de todos, em todas as culturas existentes. Usadas em rituais, como forma de celebração, como hobby e várias outras formas, está ligada a significados importantes em todos os lugares do mundo.
Além de liberar o stress, relaxar e entreter, o ato de dançar trás benefícios muito além do que imaginamos, podendo ser também uma forma de exercício físico, onde todos os músculos do corpo são movimentados, e como forma de terapia, fazendo com que sua saúde fique legal e a estima permaneça em alta.
Podemos presenciar no estado da bahia, diversas modalidades de dança, onde cursos são oferecidos para o aperfeiçoamento de técnicas e apresentações com grupos. A dança de salão, por exemplo, é uma modalidade muito apreciada, que contém vários estilos como o samba, a salsa, o tango, o bolero, o zouk e muitos outros. Além da dança de salão, existem vários outras modalidades bem frequentadas, como o ballet, no qual, para se tornar uma bailarina profissional, é necessário começar a praticar o quanto antes, de preferência quando criança. O jazz, onde são elaboradas coreografias modernas adaptadas às músicas pop da atualidade, o street dance (dança de rua), a dança do ventre, de origem árabe, que vem crescendo cada vez mais e conquistando um espaço significativo, o swing baiano, onde são feitas coreografias também adaptadas às músicas da atualidade, mas no ritmo do pagode, onde podemos observar com frequência todos os anos nas ruas de salvador durante o período do carnaval, o forró que é bastante tradicional em qualquer parte do estado e muitos outros.
Dançar é liberar energias acumuladas, colocar para fora o stress do dia a dia, vencer a timidez e o mais importante, obter uma realização pessoal e elevar a estima. A dança é para todos, sem descriminação de idade, de sexo, de cor, de peso, de tamanho. Quem dança, com certeza é mais feliz.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
TEDDY
Protegendo crianças inocentes de monstros do armário ou aqueles que ficam embaixo da cama, desde 1902!
Sintam-se protegidos, aqueles que tem um!
Do ato ao âmago
É interessante transformar sensibilidade em algo concreto. Como um simples roteiro que mais adiante irá resultar em um bom filme, onde frases se transformarão em diálogos, e os diálogos resultarão em cenas.
O bom filme vai estabelecer um sentido próprio em cada pessoa que o assistir. A partir daí um novo sentimento nascerá e mais sensibilidade resultará em algo concreto, que com a sorte e a boa desenvoltura de quem o produz, com certeza será bem aproveitado.
Cada um comporta dentro de si uma sensibilidade que permite diferenciar-se dos demais, e assim várias mentes irão funcionar de forma singular e o mundo é visto então, através de diversas óticas e ângulos diferentes.
O mundo no qual pessoas capazes de transformar toda essa magia em realidade é fascinante, eu diria que contagiante!
A arte em si é contagiante, basta entregar-se a ela!
O bom filme vai estabelecer um sentido próprio em cada pessoa que o assistir. A partir daí um novo sentimento nascerá e mais sensibilidade resultará em algo concreto, que com a sorte e a boa desenvoltura de quem o produz, com certeza será bem aproveitado.
Cada um comporta dentro de si uma sensibilidade que permite diferenciar-se dos demais, e assim várias mentes irão funcionar de forma singular e o mundo é visto então, através de diversas óticas e ângulos diferentes.
O mundo no qual pessoas capazes de transformar toda essa magia em realidade é fascinante, eu diria que contagiante!
A arte em si é contagiante, basta entregar-se a ela!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Drogas, poder e fracasso
Muitas pessoas não entendem, mas se pararmos para pensar, é fácil compreender. A vida está ai, seguindo seu fluxo natural, e esse fluxo envolve tanto coisas boas, como coisas ruins. A realidade é que tudo vem do berço. Como assim? Tudo se desencadeia a partir da educação que se obtém quando criança. Ao longo do tempo, as crianças que não receberam a devida criação, talvez a devida atenção, crescem despreparadas para lidar com certas situações, e isso faz com que problemas tomem dimensões ainda maiores na vida dessas pessoas. É ai que a droga entra.
A medida que essas substâncias são ingeridas, sensações são despertadas e na maioria das vezes, aqueles sentimentos que nos apavoram, são automaticamente adormecidos. É exatamente por isso que se cria a tal dependência, pois os problemas são adormecidos e não eliminados, uma hora eles voltarão e um novo ciclo recomeça.
A medida que essas substâncias são ingeridas, sensações são despertadas e na maioria das vezes, aqueles sentimentos que nos apavoram, são automaticamente adormecidos. É exatamente por isso que se cria a tal dependência, pois os problemas são adormecidos e não eliminados, uma hora eles voltarão e um novo ciclo recomeça.
Não foi diferente com a mais atual eliminada do ramo de artistas viciados em se transportar para mundos paralelos. Uma das vozes mais poderosas do mundo sucumbe em conseqüência dos malefícios que as drogas provocam no nosso corpo. Amy Winehouse is dead. Aos 27 anos, encontrada em seu apartamento, morta por overdose. Ai a gente se pergunta: Porque? Uma mulher que conseguiu conquistar seu espaço naquilo que sonhava desde pequena, rica, famosa e cercada de amor dos seus familiares? Porque se destruir dessa maneira?...
Essas são perguntas que todos se fazem.
No caso da nossa querida diva Amy, o caminho foi o inverso da tão falada garota Kelly Sales Silva, 22 anos, mais conhecida como Kelly Cyclone. Não temos nem como fazer uma comparação da vida que cada uma levava, mas a intenção é mostrar diferentes relações ligadas com o mundo das drogas.
Amy, garota britânica de classe média, filha de pai motorista de táxi e mãe farmacêutica, dona de uma voz fascinante e um talento incrível para a música, cresceu e trilhou seu caminho em direção ao mundo artístico, obtendo assim um inenarrável sucesso, fato. Já a garota Kelly, nascida e criada em bairro pobre, tenta levar uma vida digna, e não obtendo sucesso, inclina-se para o caminho mais “fácil”, aparentemente. Relaciona-se com traficantes e logo entra para a tão conhecida vida do tráfico. Ambas mortas, essa é a verdade. Uma, por não conseguir administrar a fama que obteve e a nova vida que se desencadeou, deixando-se levar por influências que a levariam mais tarde ao fracasso, e a outra, por não conseguir ver sentido em uma vida rodeada de sacrifícios sem nenhuma melhora, transforma-se na “patroa do tráfico”.
Parando para pensar, as duas situações são lamentáveis. No caso de Amy Winehouse, a perda de uma cantora fabulosa, um ícone da sua geração e uma referência para gerações futuras, e no caso da garota Kelly Sales Silva, o sentimento de fracasso por não conseguirmos criar mais um ser humano digno e com um futuro promissor.
Tudo isso mostra o quanto o ser humano é capaz de se autodestruir. Enquanto pessoas deparam-se com doenças graves e alimentam-se de esperança, ou de alguma melhora que seja, outras ingerem sucessivamente a causa de seus cânceres, tumores, paradas cardíacas e outros males quaisquer.
Prazer, euforia, bem estar e felicidade agora...doenças, dor e morte depois.
sábado, 9 de julho de 2011
Mais um motivo para descriminação.
Era de se esperar. A repercussão que a recente marcha das vadias tomou na nossa querida cidade, foi exatamente como poderíamos imaginar.
Ouve-se de tudo por ai, uns afirmam que o protesto é de total valor e significado, outros enchem a boca pra descriminar, como sempre: “Vadia? Pra que esse nome? Marcha das vagabundas? Ah sim, ouvi falar!” e por ai vai.
Vivemos em uma sociedade onde quase tudo é motivo para recriminação, apesar do avanço que o passar dos séculos nos proporcionou, parece que nada adianta. A verdade é que não se pode inovar sem ser vítima de críticas e preconceitos.
A marcha das vadias aconteceu com o intuito de mostrar o quanto as pessoas são retrógradas em relação não só a vestimenta feminina, mas tudo o que a mulher ainda representa na sociedade. É possível acreditar que uma mulher seja estuprada e o motivo do estupro seja a roupa que ela eventualmente estaria usando? Sim, e a razão é justamente essa. Vamos deixar a falsa moral e ser sinceros aqui pessoal...isso tudo é muito patético!
O brasileiro tem um comportamento extremamente passivo, tudo é deixado pra lá, e vamos engolindo calados o que nos mandam engolir e assim caminhamos, em uma corrente sem fim.
Mas parece que algo está mudando por aqui! Estão acontecendo algumas “marchas” a fim de protesto e isso é válido, independente do que se proteste, pois o objetivo da liberdade é um direito de todos e temos sim que lutar por eles.
A marcha das vadias teve sim um significado importante para a reflexão do comportamento desses homens/animais (porque um homem que estupra uma mulher e justifica o ato pelo fato da roupa que a mesma estaria a usar, na minha opinião é um animal. Não que o estupro seja justificável, de maneira nenhuma, mas essa justificativa é inacreditável!).
O caminho é esse mesmo. Temos que parar de aceitar tudo calados e sermos condescendentes com tudo que é imposto a nós. É importante que mais marchas continuem a acontecer e cada vez mais pessoas se mobilizem e se direcionem as ruas para abrir o verbo pelo que acreditam.
O poder de decisão está nas mãos das pessoas que lutam em conjunto por uma causa comum. Só assim mudanças podem acontecer.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Sobre o filme "Estamos Juntos"
Fui ao cinema um dia desses assistir “Estamos Juntos”, um filme nacional com Leandra Leal, Cauã Reymond e um ator argentino (muito ruim por sinal), mas enfim, isso não vem ao caso.
O importante é relatar e refletir a mensagem que o filme passa. A garota Carmen (Leandra Leal), é uma menina séria, médica, tem um amigo imaginário e apenas um amigo real. Seu único amigo é o Cauã Reymond, que no filme faz papel de um DJ homossexual (fez muito bem, por sinal).
Ao conhecer e se envolver com Juan (o ator argentino Nazareno Casero), que faz parte da banda do amigo gay, ela passa a ver um sentido a mais na sua vida sem graça. Depois de algum tempo, Carmen passa a sentir dores e ter comportamentos estranhos, então descobre um tumor no cérebro. A descoberta do tumor desestabiliza sua vida completamente.
O filme é rodado na agitada São Paulo. Uma das cenas mais interessantes é quando, em uma de suas várias conversas com seu amigo imaginário, ele fala para ela que o céu de São Paulo não é o melhor céu para se procurar estrelas, e se alguém desejar ver estrelas em São Paulo, tem que olhar de cima para baixo, como se o céu tivesse caído sobre suas cabeças.
Por fim, quando a garota chega ao auge do seu problema, ela é sujeita a uma cirurgia que a beneficia com a retirada do tumor. Ao voltar para sua vida normal, ela percebe o valor de uma companhia, o quão importante uma palavra de apoio pode ser, quanto as pessoas significam em nossas vidas e o quanto precisamos delas. Ao perceber, ela muda seu comportamento e com isso, leva uma vida muito mais feliz e proveitosa.
O filme mostra o drama de uma menina solitária, que vive para o trabalho e não tem amigos. Mostra a importância de uma parceria, de poder contar com alguém e como as pessoas podem ajudar umas as outras.
Muitas pessoas trancam-se dentro de si mesmas, passando a viver um mundo próprio, e com isso acabam acumulando sentimentos e sensações que deveriam ser postas para fora. O acúmulo desses sentimentos e o fato de não ter com quem compartilhar, faz com que doenças comecem a surgir.
Sempre escutei dizer, que a probabilidade de uma pessoa desenvolver um câncer, tem muito haver com o lado emocional, pessoas que são tristes, solitárias, pessoas que guardam rancor, tem uma predisposição em gerar células cancerígenas. Claro que não é apenas essa a razão, porque se fosse assim, crianças não teriam câncer, não é isso, mas com certeza ajuda a desenvolver em adultos.
A mensagem que o filme passa faz com que nós entremos em reflexão e busquemos dentro de nós um significado para viver, principalmente para aqueles que não tem nenhum problema grave e vivem a desmerecer e reclamar de suas vidas. A importância da vida e a interação com as pessoas, para um viver melhor, essa é a mensagem.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Vampiros modernos, a praga.
Recentemente, estava a caminhar com dois amigos em um supermercado, quando nos deparamos com uma pequena livraria, e nas prateleiras constavam vários livros com temática vampiresca. Foi quando um deles indagou: “Porque será que tem tanto livro de vampiro?”.
Bom, essa é uma pergunta interessante. Depois da explosão de fãs que a saga Crepúsculo alcançou, milhares de pessoas começaram a se interessar freneticamente por histórias de vampiros.
Em algumas das minhas várias visitas em livrarias, dessas enormes onde você encontra de tudo, tipo Saraiva e Cultura, me deparei com algumas prateleiras destacando uma série de livros com essa temática, livros de vários autores diferentes, às vezes do mesmo autor, o mesmo livro só que com capas diferentes. Fico me perguntando a que ponto se chegou, fazer capas diferenciadas do mesmo livro só para vender mais.
Convenhamos que, autores como Anne Rice são bastante entusiasmantes, com seus contos vampirescos cheios de personagens singulares, uma leitura realmente interessante. Histórias como “Entrevista com um vampiro”, “O vampiro Lestat” e “A rainha dos Condenados”, além de serem livros sensacionais, inspiraram filmes realmente bons. É compreensível a afinidade com tais personagens, pois eles têm uma essência própria.
É quando chega a parte principal do texto.
Na verdade, não conheço quase nada de outros autores que aderiram a essa modalidade literária, mas pude notar a falta de riqueza nos livros que preenchiam as prateleiras de destaque dessas livrarias através de uma breve e curiosa leitura da parte traseira dos livros, onde constam os resumos. Além de livros, pude ter a infelicidade de assistir um capítulo de uma série americana, a intragável “The Vampire Diaries”. Na verdade não sei como alguém consegue gostar daquilo.
Será que qualquer coisa que se escreva sobre vampiros realmente funciona? Pude identificar várias histórias diferentes, vampiros jovens, vampiros estudantes, vampiros que se apaixonam por humanos, vampiros que matam humanos, e os que não matam, vampiros vegetarianos...?
Os jovens de hoje sequer conhecem a literatura de Anne Rice, são raros os que tiveram contato com essas obras.
Existiu um fascínio por essas criaturas das “trevas”, criaturas da noite, assassinos de pessoas inocentes, sedentos por sangue humano, e agora existe um fascínio por essas criaturas que foram de alguma maneira modificadas para parecerem seres apaixonantes e bondosos, vampiros sensíveis aos sentimentos humanos e incapazes de machucar alguém.
A verdade é que esses vampiros moderninhos não tem nada haver com o que o vampiro realmente representa. Temos o exemplo do Drácula, o vampiro mais conhecido do mundo, o ser cruel e assassino, sem compaixão. Esse personagem não fez tanto sucesso quando o Edward Cullen do Crepúsculo, mas é o que representa muito bem sua espécie.
Na verdade, sou suspeita a falar sobre esse assunto, pois sou uma admiradora das lendas de vampiros, os cruéis, os seres noturnos sedentos por sangue humano, seres góticos, os personagens magníficos de Anne Rice. A indignação ao ver até os seres lendários mais imponentes serem transformados em mocinhos bons e inconformados por serem o que são, me deixa um pouco chateada.
Mas, não há o que fazer. A verdade é que Edward Cullen é o retrato do bom moço que toda menina gostaria de ter, aquele padrão “Príncipe da Disney” que toda menina sonha acordada quando criança, o rapaz incrivelmente bonito, estranhamente educado e protetor, com um ar misterioso, um lado monstro, um lado anjo. Não menosprezo a afeição que todas as jovens tenham por ele, e reconheço que os livros são bons, uma leitura leve, e a história é bem elaborada para quem teve a intenção de atingir o público juvenil. O problema é que Stephenie Meyer (autora da saga Crepúsculo) lançou esse “novo” modelo de personagem, fez um incrível sucesso com o público, isso é incontestável, e agora todo mundo quer copiar, enchendo a livraria de porcaria sem conteúdo. Lançou um, tudo bem, dá até pra aceitar, mas virou praga.
Enquanto todos esses livros de vampiros modernos bombam...prefiro passar adiante dessas prateleiras, me abaixar e procurar ali no cantinho, um título que me deixe feliz em saber que ainda existem “vampiros de verdade”.
sábado, 4 de junho de 2011
Dança do Ventre corre nas veias!
A dança como liberdade de expressão...
A dança como identidade cultural...
A dança como purificação da alma...
A dança como estilo de vida...
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Apenas pensamentos soltos...
O ser humano é engraçado. Um dia a gente acorda com uma imensa vontade de viver, de conquistar tudo, vencer os obstáculos. No outro dia, uma dor enorme emana no peito, dando uma estranha sensação de implosão, onde tudo parece tender ao fracasso.
Limito-me a questionar certos sentimentos.
A cada dia que passa, entendo menos as pessoas, com todas as suas vontades, toda aquela sede de ser, de ter, e quando realmente conseguem atingir algum objetivo desejado, não se encontram em satisfação plena.
Muitas coisas escapam pelas nossas mãos, por imaturidade e falta de sagacidade. Decisões que devem ser tomadas no “ali e agora”, e são deixadas para depois, por não encontrarmos uma maneira que pareça ser a mais razoável de resolver.
A verdade é que a vida não espera por nossas decisões, o tempo não dá uma pausa para que a coisa certa seja feita.
O medo nos torna fracos, escondidos atrás de desculpas que alimentam nossa covardia. É preciso ter clareza dos atos, para que o arrependimento não nos corroa a alma dia após dia.
A sensibilidade favorece o autoquestionamento, que anexado ao conhecimento, muitas vezes pode resultar na loucura, por isso é necessária a cautela.
Espaço Saúde - Dengue, vamos combater!
O Calango Manco abre espaço agora, para um tema que é de interesse de todos. Estamos vulneráveis a contrair o vírus da dengue a qualquer momento, em qualquer lugar, por isso, devemos estar informados e instruídos corretamente sobre como nos prevenir dessa doença que afeta milhares de pessoas. O intuito da entrevista é mostrar ao leitor um pouco da realidade dos postos de saúde, divulgar o percentual e a opinião do setor responsável pelo controle da doença na Bahia. Essa entrevista foi realizada com a coordenadora de agravos da DIVEP (Diretoria de Vigilância Epidemiológica).
Pessoa entrevistada: Maria Izabel Mota Xavier – Coordenadora de agravos (DIVEP)
Entrevistador (a): Milena Valois – Estudante de Jornalismo.
1 – Qual a principal razão para a quantidade de focos de dengue na Bahia?
R: Em primeiro lugar, existe um acordo entre os municípios e o estado. É uma atividade de competência do município cuidar dessa parte. Quando acontece mudança de governo, agentes novos são contratados e isso atrasa o processo, pois leva tempo para treiná-los. Outro fator é a educação precária da população. Muitas pessoas não permitem que os agentes entrem nas casas para realizar seu trabalho de encontrar os focos de dengue e eliminá-los. Não há garantia também, do trabalho realizado pelos agentes de saúde. Não se sabe se eles estão mesmo visitando as residências, se estão fazendo o trabalho corretamente. É preciso uma fiscalização maior.
2- As pessoas são bem informadas sobre como evitar que os focos aumentem?
R: Sim. As pessoas estão informadas sobre o problema que é a dengue, através de panfletos, propagandas na televisão, rádio, em outdoors, jornais e etc, mas mesmo assim, existe uma resistência grande por parte da população em agir de forma correta para combater e evitar a proliferação desse vírus, assim, o trabalho fica mais difícil.
3- Os postos de saúde oferecem atendimento adequado para pessoas infectadas com esse vírus?
R: O SUS vem ampliando os acessos, mas as demandas são muitas. Foram instaladas tendas de hidratação para dar assistência às pessoas infectadas. Salvador, infelizmente não tem uma boa cobertura, é preciso trabalhar “promoção e prevenção”, ou seja, é preciso estar preparado, agir antes que a doença se agrave. O maior investimento de recursos é direcionado ao combate a dengue.
4- Houve aumento ou diminuição de casos de pessoas contaminadas com o vírus da dengue do ano de 2008 para os dias atuais?
R: Aumento. O ano de 2009 foi o ano de maior incidência, por conta do novo vírus, dengue dois.
5- Quais providências estão sendo tomadas para eliminar esses focos?
R: Intensificar as visitas domiciliares. Houve deslocamento de uma equipe de agentes treinados para municípios, para ajudar no trabalho ao combate a dengue. Além disso, o uso de carros fumacê é indispensável em lugares com um nível de focos elevado. Outro método importante é o uso de larvicidas nos tanques.
6- Quais são os bairros de Salvador que apresentam maior quantidade de focos da dengue?
R: Bairros de periferia, onde a coleta é inadequada. A região do Subúrbio, o Cabula e o Itaigara são os bairros que apresentam índice de população elevado. Salvador está entre 3% e 3,5%. Abaixo de 1% é normal, acima de 1% é preocupante em relação aos focos de dengue.
Obs: Nos perídios de chuva, os focos são prejudicados, pois eles se desenvolvem no clima quente.
Obs 2: Em terreiros de candomblé, existe uma resistência grande por conta das oferendas que acumulam água, pois são consideradas sagradas. Isso faz com que os agentes sejam mais cuidadosos e saibam dialogar com essas pessoas, de que é preciso pelo menos colocar o larvicida nas oferendas, para evitar a proliferação do mosquito.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Diploma de jornalismo, ter ou não ter?
É evidente que para se atuar em qualquer área específica, é preciso ter capacidade para tal. A decisão do Supremo Tribunal Federal da não obrigatoriedade da existência de um diploma para atuar como jornalista, abre espaço para diversas opiniões.
A universidade é um tubo de passagem, no qual estudantes investem tempo e muitas vezes dinheiro para aprender técnicas que servirão de suporte para um bom desempenho na área na qual se encontra. Assim como vários cursos bem valorizados como a medicina, engenharia e direito, o jornalismo exige técnicas próprias a serem exercidas diariamente quando o objetivo é realizar um bom trabalho, um trabalho com conteúdo.
Para um bom desempenho no mercado da comunicação é preciso aprender a escrever e ler corretamente. É preciso que o jornalista tenha uma visão aberta, pois a visão do futuro faz a diferença para se formar um bom profissional.
Na faculdade, em contato com profissionais da mesma área, escutamos relatos de experiências vivenciadas por eles, absorvemos conselhos de quem já passou pelo que estamos passando, estudamos teorias de cada assunto e é possível entender como as coisas realmente funcionam, não deixando que o trabalho seja levado de forma mecânica. Além disso, é importante ter argumentos, um bom profissional precisa saber do que está falando, precisa estar atualizado e ter embasamento, essas coisas são indispensáveis.
É necessário ter iniciativa, rasgar o mercado de trabalho com novas possibilidades, idéias inovadoras. Outros meios de se fazer notícia estão aparecendo e ganhando um espaço considerável em relação aos antigos meios de comunicação de massa.
É essencial que exista uma atualização do profissional em relação a isso. As redes sociais estão revolucionando a forma de se fazer jornalismo, abrindo espaço cada vez mais para que todas as pessoas possam compartilhar fatos e opiniões de forma rápida e prática, não menosprezando o conteúdo, é claro.
Hoje em dia, uma pessoa pode cobrir um evento e divulgar pelo Twitter em tempo real, com riqueza de detalhes. Sem se dar conta, pode gerar uma grande matéria, com informações suficientes para suprir qualquer matéria de jornal.
A comunicação comunitária nunca deixou de existir, e vai continuar presente no cotidiano das pessoas. Não é a presença de um diploma que vai definir quem tem ou não o direito de expressar suas opiniões sobre qualquer tema, mas é preciso estar ciente das conseqüências que uma opinião publicada pode exercer na vida e na rotina das pessoas.
Para ter essa noção do que deve ou não se tornar público, é preciso conhecer os limites que existem. A chamada ética profissional. É preciso conhecer os limites dentro da profissão e conhecer os conceitos que todo jornalista precisa saber.
A admissão de funcionários sem diploma em jornais renomados não é nenhuma novidade, inclusive isso já existe há algum tempo.
Vamos ser práticos e racionais: qual o veículo de comunicação não sai ganhando com essa nova lei? É lucro para eles contratar pessoas que podem fazer um trabalho simplório, de fato, mas sem conhecer os direitos que tem como profissionais, então, faça o trabalho e aceite o que eu te pago porque está de bom tamanho. O fato é que essa lei veio para beneficiar os veículos de comunicação.
Aqueles que não são devidamente informados, não podem questionar seus direitos, e isso vale para qualquer situação, tanto dentro de uma empresa, quando na vida.
Diploma de jornalismo? Sim, é preciso ter. Essa é uma profissão muito importante para a vida das pessoas e não deve ser banalizada. É preciso ter reconhecimento da sua real importância.Só mais um tipo de arte.
Hoje em dia ainda existe um grande preconceito com pessoas tatuadas. Existe uma analogia muito forte entre tatuagem e marginalização, onde pessoas que usam esse tipo de arte corporal são vistas pela sociedade como drogados, largados e marginais, pessoas de má índole.
Certa vez, li uma frase interessante sobre esse tema, que dizia o seguinte: “Se tatuagem mudasse o caráter da pessoa, muita gente teria que fazer uma para mudar o seu”.
É curioso associar um desenho na pele, tanto faz se o desenho é uma caveira ou uma flor, um demônio ou um símbolo religioso, sempre será associado a coisas negativas aos olhos dos falsos moralistas que fazem parte da nossa sociedade errada.
Tatuagem não muda a personalidade da pessoa. Nada mais é que um tipo de arte, uma arte que não é pintada em telas por tinta e aquarela.
Há quem ache que é mutilação com o próprio corpo, mas vamos ser razoáveis...tem gente fazendo muito mais atrocidades por outros motivos que talvez sejam mais “aceitáveis” para aqueles que gostam de acreditar que estão corretos, porque é assim que tem que ser.
Arte corporal, que tem o mesmo valor que um brinco tem para uma mulher que se importa em combinar sapatos com bolsas. É exatamente a mesma intenção, tatuagem é estética, é enfeite, é beleza.
É preciso saber respeitar o gosto e os valores de cada um, contanto que um não invada o espaço do outro.
Ao mesmo tempo que uma pessoa gasta bastante dinheiro com sapatos, jóias, relógios e outros objetos de enfeite pessoal, outras pessoas com gostos diferenciados, gastam com um belo e detalhado desenho na pele, com uma riqueza de cores de chamar a atenção até de quem recrimina. Tudo é questão de gosto, preferência e prioridade.
Nos tempos atuais, existe uma grande quantidade de pessoas, de várias idades aderindo a esse tipo de arte.
E vamos lá, voltando ao ponto da hipocrisia e do falso moralismo...quem garante que por baixo daquele terno do advogado, executivo, político ou sei lá de quem mais, não existe uma tatuagem estrategicamente localizada? Tanto existe, como eu mesma já presenciei alguns casos assim. A diferença é que essas pessoas têm que esconder o que elas são e o que elas realmente gostam para serem aceitas e bem vistas aos olhos julgadores e manipuladores da sociedade.
Já pessoas como nós (sim, estou me incluindo, e com muito prazer), exibimos nossos desenhos, estando sempre a margem de críticas depreciativas e preconceitos constantes, e o melhor de tudo...cagando e andando para tudo isso.
Cada um na sua, e a vida continua.
Tatuagem! Para quem é contra, sinto muito, pois essa arte vai continuar existindo, e para quem é a favor como eu, vamos concordar...ainda bem que inventaram. Atitude é a alma do negócio.
terça-feira, 10 de maio de 2011
A Mídia - Grande influenciadora e manipuladora das massas.
Através de publicações geradas pela mídia, milhões de pessoas do mundo inteiro direcionam suas vidas para enquadrar-se aos modelos prontos, os chamados "padrões".
A muito tempo, a arte perdeu sua verdadeira essência, passando a ser mero produto para consumo. A imagem da beleza americana torna-se padrão a ser seguido por nações que idealizam o mesmo tipo de beleza, apenas por escutarem e assistirem na TV. Revistas divulgam fotos de modelos súper magras, brancas, com nariz fino e cabelos lisos, e através disso espalham a semente da suposta "real beleza".
Marcas são súper valorizadas, penetrando em culturas alheias e criando raízes. Tais marcas, como a Coca-Cola e a Mc Donald´s são presentes em vários países do mundo, fazendo com que uma pessoa desloque-se de seu país urbanizado e sinta-se a vontade, familiarizada onde quer que vá, por se deparar com tais marcas em todo lugar.
Cria-se o hábito de consumir o que é divulgado pela mídia. A mídia é a principal formadora de conceitos e construção de personalidade das massas. É fácil encontrar uma grande quantidade de pessoas que consomem as mesmas marcas, frequentam os mesmos lugares, escutam as mesmas músicas e por consequência, pensam da mesma maneira, como um rebanho, que seguem sempre juntos, em fileiras, guiados por uma voz que os mandam fazer certas coisas e prontamente é acatada sem questionar.
Preconceitos são criados e a capacidade de questionar é corrompida. Pessoas que não se encaixam nos "padrões" sofrem inevitavelmente tipos variados de descriminação.
Outra questão crucial, é o poder que a mídita tem em promover ou destruir a imagem de algo ou alguém. Se um acontecimento é passado ao público de uma forma positiva, como o exemplo do sucesso dos EUA em encontrar e executar o líder e fundador da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, onde o presidente Barack Obama (responsável pela operação de busca e apreensão - nesse caso, execussão - do chefe do terrorismo), torna-se então, o herói americano, alimentando uma fama que sempre existiu e é fácil de identificar através de filmes hollywoodianos, onde estes patriotas sempre salvam o mundo no final.
A imagem dele, sem sombra de dúvidas, torna-se positiva ao ponto de leva-lo a reeleição - principal intenção por trás disso tudo, é claro.
Por outro lado, se a intenção for a de destruir a imagem ou reputação, em apenas algumas horas isto acontecerá.
A mídia tem um papel fundamental na vida e no cotidiano das pessoas, mostrando-se positiva no intuito de passar informações e atualizar a população dos acontecimentos do mundo, mas é preciso saber filtrar tudo o que se ouve e lê, e através disso, formar conceitos próprios, não se acomodando e aceitando o que é apresentado como verdade absoluta.
A muito tempo, a arte perdeu sua verdadeira essência, passando a ser mero produto para consumo. A imagem da beleza americana torna-se padrão a ser seguido por nações que idealizam o mesmo tipo de beleza, apenas por escutarem e assistirem na TV. Revistas divulgam fotos de modelos súper magras, brancas, com nariz fino e cabelos lisos, e através disso espalham a semente da suposta "real beleza".
Marcas são súper valorizadas, penetrando em culturas alheias e criando raízes. Tais marcas, como a Coca-Cola e a Mc Donald´s são presentes em vários países do mundo, fazendo com que uma pessoa desloque-se de seu país urbanizado e sinta-se a vontade, familiarizada onde quer que vá, por se deparar com tais marcas em todo lugar.
Cria-se o hábito de consumir o que é divulgado pela mídia. A mídia é a principal formadora de conceitos e construção de personalidade das massas. É fácil encontrar uma grande quantidade de pessoas que consomem as mesmas marcas, frequentam os mesmos lugares, escutam as mesmas músicas e por consequência, pensam da mesma maneira, como um rebanho, que seguem sempre juntos, em fileiras, guiados por uma voz que os mandam fazer certas coisas e prontamente é acatada sem questionar.
Preconceitos são criados e a capacidade de questionar é corrompida. Pessoas que não se encaixam nos "padrões" sofrem inevitavelmente tipos variados de descriminação.
Outra questão crucial, é o poder que a mídita tem em promover ou destruir a imagem de algo ou alguém. Se um acontecimento é passado ao público de uma forma positiva, como o exemplo do sucesso dos EUA em encontrar e executar o líder e fundador da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, onde o presidente Barack Obama (responsável pela operação de busca e apreensão - nesse caso, execussão - do chefe do terrorismo), torna-se então, o herói americano, alimentando uma fama que sempre existiu e é fácil de identificar através de filmes hollywoodianos, onde estes patriotas sempre salvam o mundo no final.
A imagem dele, sem sombra de dúvidas, torna-se positiva ao ponto de leva-lo a reeleição - principal intenção por trás disso tudo, é claro.
Por outro lado, se a intenção for a de destruir a imagem ou reputação, em apenas algumas horas isto acontecerá.
A mídia tem um papel fundamental na vida e no cotidiano das pessoas, mostrando-se positiva no intuito de passar informações e atualizar a população dos acontecimentos do mundo, mas é preciso saber filtrar tudo o que se ouve e lê, e através disso, formar conceitos próprios, não se acomodando e aceitando o que é apresentado como verdade absoluta.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Viva a hipocrisia!
Você vai se deparar centenas de vezes, durante toda a sua vida, com pessoas te dizendo o que você deve ou não fazer, o que é certo ou não, o que é apropriado ou não.
Muitas dessas pessoas, para não generalizar e ter que escutar aquela frase que sempre é dita em momentos oportunos - "toda regra tem excessões", usam de argumentos cheios de fundamentos para demonstrar o quanto estão certas ao julgar o próximo e mostrar o quanto eles podem estar errados.
O que interessa mesmo, é que todas elas são hipócritas. Não precisa ir muito longe para encontrar exemplos nítidos de hipocrisia humana, eles estão por toda a parte, seu pai, sua mãe, seus amigos, seu namorado/namorada, seu chefe...
A inteligência humana está exatamente na sagacidade e na capacidade de formar conceitos próprios através de experiências vivenciadas por situações passadas. Muitas pessoas são manipuladas de diversas maneiras, deixando-se levar por argumentos que parecem bastante sólidos e coerentes, sugeridos por pessoas que aparentam estar tão seguras de si mesmas e totalmente capacitadas em te subsidiar. Tudo isso é uma grande besteira, primeiro porque os argumentos podem ser derrubados por outros argumentos, isso vai depender do pondo de vista de cada um, segundo que ninguém é 100% seguro de si mesmo, são seres humanos cheios de defeitos tão macabros e embaraçosos quanto os seus (uns mais que os outros é claro!).
Ninguém é habilitado a dizer a outra pessoa o que ela tem que fazer. Na maioria das vezes, aqueles que julgam com voracidade, são os primeiros a cometer atitudes tão semelhantes ou piores.
Não é saudávem acreditar em tudo o que se lê, em tudo o que se ouve...agora, se você não acreditar no que você está vendo, procure um psiquiatra ou um oftalmologista, porque ou você está cego, ou você está louco.
=]
Muitas dessas pessoas, para não generalizar e ter que escutar aquela frase que sempre é dita em momentos oportunos - "toda regra tem excessões", usam de argumentos cheios de fundamentos para demonstrar o quanto estão certas ao julgar o próximo e mostrar o quanto eles podem estar errados.
O que interessa mesmo, é que todas elas são hipócritas. Não precisa ir muito longe para encontrar exemplos nítidos de hipocrisia humana, eles estão por toda a parte, seu pai, sua mãe, seus amigos, seu namorado/namorada, seu chefe...
A inteligência humana está exatamente na sagacidade e na capacidade de formar conceitos próprios através de experiências vivenciadas por situações passadas. Muitas pessoas são manipuladas de diversas maneiras, deixando-se levar por argumentos que parecem bastante sólidos e coerentes, sugeridos por pessoas que aparentam estar tão seguras de si mesmas e totalmente capacitadas em te subsidiar. Tudo isso é uma grande besteira, primeiro porque os argumentos podem ser derrubados por outros argumentos, isso vai depender do pondo de vista de cada um, segundo que ninguém é 100% seguro de si mesmo, são seres humanos cheios de defeitos tão macabros e embaraçosos quanto os seus (uns mais que os outros é claro!).
Ninguém é habilitado a dizer a outra pessoa o que ela tem que fazer. Na maioria das vezes, aqueles que julgam com voracidade, são os primeiros a cometer atitudes tão semelhantes ou piores.
Não é saudávem acreditar em tudo o que se lê, em tudo o que se ouve...agora, se você não acreditar no que você está vendo, procure um psiquiatra ou um oftalmologista, porque ou você está cego, ou você está louco.
=]
quinta-feira, 24 de março de 2011
Leia mais!
A muito tempo atrás, quando a igreja católica ainda mandava em alguma coisa, o ato de ler qualquer livro que não fosse de temática cristã, era proibido. Muitas pessoas lutaram pela liberdade da leitura, muitas morreram nessa luta. O ato de ler era algo significativo naquela época.
Hoje em dia é bastante diferente. É muito difícil encontrar uma pessoa que tenha o bom hábito de ler todos os dias, por livre e expontânea vontade, só pelo prazer de saber mais.
Os livros não são apenas ferramentas de ensino, são passaportes para a criatividade e a imaginação. É muito saudável e interessante o fato de abrir um livro, e através das palavras se transportar para um mundo imaginário, onde todos os detalhes ficam por conta da sua imaginação e qualquer imagem é sua mente que vai criar.
Não importa se uma matéria na revista, uma história em quadrinhos, um jornal ou até mesmo um pequeno texto, o importante é exercitar sua mente cada dia mais, trazendo informações novas e fortalecendo o lado culto de cada um.
A leitura, além de exercitar a criatividade, em alguns tipos de leitura em particular pode te atualizar em relação aos acontecimentos do mundo e te deixar apto a discussões com fundamento, aprimora a escrita e enriquece o vocabulário.
Antigamente era quase impossível poder ler livremente por conta de uma repressão. Hoje não existe mais isso. Muito pelo contrário, é preciso incentivo para que as pessoas despertem interesse pela leitura. Será que se hoje surgisse uma lei que voltasse a proibir a venda de livros, as pessoas voltariam a se interessar só pelo fato de ser proibido?
Se metade das pessoas pudesse ter consciência de que a informação é a arma mais poderosa do mundo e é o único mérito que não nos pode ser tirado, o país com certeza estaria em uma situação bem diferente, para melhor é claro.
Hoje em dia é bastante diferente. É muito difícil encontrar uma pessoa que tenha o bom hábito de ler todos os dias, por livre e expontânea vontade, só pelo prazer de saber mais.
Os livros não são apenas ferramentas de ensino, são passaportes para a criatividade e a imaginação. É muito saudável e interessante o fato de abrir um livro, e através das palavras se transportar para um mundo imaginário, onde todos os detalhes ficam por conta da sua imaginação e qualquer imagem é sua mente que vai criar.
Não importa se uma matéria na revista, uma história em quadrinhos, um jornal ou até mesmo um pequeno texto, o importante é exercitar sua mente cada dia mais, trazendo informações novas e fortalecendo o lado culto de cada um.
A leitura, além de exercitar a criatividade, em alguns tipos de leitura em particular pode te atualizar em relação aos acontecimentos do mundo e te deixar apto a discussões com fundamento, aprimora a escrita e enriquece o vocabulário.
Antigamente era quase impossível poder ler livremente por conta de uma repressão. Hoje não existe mais isso. Muito pelo contrário, é preciso incentivo para que as pessoas despertem interesse pela leitura. Será que se hoje surgisse uma lei que voltasse a proibir a venda de livros, as pessoas voltariam a se interessar só pelo fato de ser proibido?
Se metade das pessoas pudesse ter consciência de que a informação é a arma mais poderosa do mundo e é o único mérito que não nos pode ser tirado, o país com certeza estaria em uma situação bem diferente, para melhor é claro.
domingo, 20 de março de 2011
Rock também é Cultura!
Ontem, dia 19 de março, foi realizado no Teatro Eva Herz, Livraria Cultura do Salvador Shopping, um show de lançamento do CD da banda Pastel de Miolos. Os caras trouxeram no seu repertório, letras próprias com características revolucionárias e inovadoras, além de explorar um espaço nada convencional para apresentações de shows de rock. As pessoas que curtem esse estilo musical, sabem que todo ano no período do carnaval, acontece o Palco do Rock, um evento realizado pela ACCRBA ( Associação Cultural Clube do Rock - www.accrba.com.br), onde bandas de Salvador e de outros lugares do Brasil se apresentam em 5 dias de evento.
O rock ainda é visto com preconceito pela sociedade. Não importa o que se faça, as pessoas descriminam esse estilo musical. Quem aqui curte o som e nunca escutou comentários infelizes do tipo: " Que horror, deve ser maluco", ou "Não tem família, é um largado, drogado e marginal!". Pois é, sempre acontece. Por isso, a iniciativa dos caras da banda Pastel de Miolos foi bem bacana, mostrando que muitos lugares podem e DEVEM ser ocupados com a finalidade de divulgar as bandas que estão na estrada a um tempo lutando por um espaço que ainda é bastante desigual na Bahia, e é claro, juntar a galera pra curtir o som!
É importante que, cada vez mais bandas tomem a mesma iniciativa, para que possa ser quebrada essa corrente de preconceito. Poucos eventos de rock acontecem em Salvador, e não é por falta de espaço (tudo bem que Salvador é uma cidade que tem pouca opção), mas a maioria das casas de show priorizam os shows de Axé e Pagode, que de longe é o que dá retorno financeiro por aqui.
A idéia de tocar dentro de uma livraria, e ainda sendo bebeficente (o ingresso foi 1 kg de alimento não perecível), foi sensacional e merece reconhecimento. O show foi massa (eu estava lá e posso afirmar), e que seja um exemplo a ser seguido por várias outras bandas.
O rock ainda é visto com preconceito pela sociedade. Não importa o que se faça, as pessoas descriminam esse estilo musical. Quem aqui curte o som e nunca escutou comentários infelizes do tipo: " Que horror, deve ser maluco", ou "Não tem família, é um largado, drogado e marginal!". Pois é, sempre acontece. Por isso, a iniciativa dos caras da banda Pastel de Miolos foi bem bacana, mostrando que muitos lugares podem e DEVEM ser ocupados com a finalidade de divulgar as bandas que estão na estrada a um tempo lutando por um espaço que ainda é bastante desigual na Bahia, e é claro, juntar a galera pra curtir o som!
É importante que, cada vez mais bandas tomem a mesma iniciativa, para que possa ser quebrada essa corrente de preconceito. Poucos eventos de rock acontecem em Salvador, e não é por falta de espaço (tudo bem que Salvador é uma cidade que tem pouca opção), mas a maioria das casas de show priorizam os shows de Axé e Pagode, que de longe é o que dá retorno financeiro por aqui.
A idéia de tocar dentro de uma livraria, e ainda sendo bebeficente (o ingresso foi 1 kg de alimento não perecível), foi sensacional e merece reconhecimento. O show foi massa (eu estava lá e posso afirmar), e que seja um exemplo a ser seguido por várias outras bandas.
quarta-feira, 16 de março de 2011
O começo do fim!
Uma catástrofe atrás da outra. Primeiro o terremoto intenso que abalou as estruturas dos japoneses, depois uma onda gigantesca que literalmente arrastou tudo que tinha pela frente (nossa!) e como se não fosse o bastante...um vazamento de gás da uzina nuclear que está preocupando não só os japoneses, mas o mundo inteiro.
A humanidade está fadada ao fracasso a algum tempo e as pessoas andam ocupadas demais se preocupando com quanto dinheiro tem no banco, se dirigem o carro do ano ou se seus celulares tem funções suficientes para deixar os outros com inveja.
O japão (olha só como isso é curioso), está entre os países mais ricos do mundo, e para a falta de sorte deles, está situado em uma das zonas mais perigosa do planeta. Os caras já passaram por alguns problemas e sempre dão um jeito de se reerguer. Será que dessa vez vai ser assim? A realidade é que duas grandes catástrofes aconteceram e uma está para acontecer, apavorando todo o mundo, e não há grana que aparentemente resolva essa situação.
Filas e mais filas na frente do supermercado, o bolso cheio de dinheiro e as prateleiras vazias. Essa é só uma demonstração do que está por vir e não é o planeta que vai morrer, com certeza ele vai encontrar uma forma de se recompor e se renovar. Já a humanidade...nós, seres humanos preocupados demais com o próprio umbigo, gananciosos demais ao ponto de não se importarem com o dia de amanhã, prepotentes e egoístas...ahh! Acho que vamos ter um fim um pouco diferente - para a felicidade do planeta!
A humanidade está fadada ao fracasso a algum tempo e as pessoas andam ocupadas demais se preocupando com quanto dinheiro tem no banco, se dirigem o carro do ano ou se seus celulares tem funções suficientes para deixar os outros com inveja.
O japão (olha só como isso é curioso), está entre os países mais ricos do mundo, e para a falta de sorte deles, está situado em uma das zonas mais perigosa do planeta. Os caras já passaram por alguns problemas e sempre dão um jeito de se reerguer. Será que dessa vez vai ser assim? A realidade é que duas grandes catástrofes aconteceram e uma está para acontecer, apavorando todo o mundo, e não há grana que aparentemente resolva essa situação.
Filas e mais filas na frente do supermercado, o bolso cheio de dinheiro e as prateleiras vazias. Essa é só uma demonstração do que está por vir e não é o planeta que vai morrer, com certeza ele vai encontrar uma forma de se recompor e se renovar. Já a humanidade...nós, seres humanos preocupados demais com o próprio umbigo, gananciosos demais ao ponto de não se importarem com o dia de amanhã, prepotentes e egoístas...ahh! Acho que vamos ter um fim um pouco diferente - para a felicidade do planeta!
sexta-feira, 4 de março de 2011
E é carnaval!
E chegou o carnaval! A festa mais esperada do ano. É tempo de alegria, de esquecer os problemas e encher o cartão de crédito de dívidas.
Muitas pessoas dispostas a economizar, passar aperto durante o ano inteiro para comprar a tão esperada "felicidade".
Há quem pense que essa é a melhor festa do mundo, na cidade cheia de energia e alegria. Pouco se fala sobre a maquiagem densa e sedutora que a envolve.
Mas existe um propósito para tudo isso, além de atrair estrangeiros do mundo inteiro e fortalecer o turismo na cidade eleita a nº 1 em violência pela terceira vez consecutiva. Pelo menos é a única vez que se vê a polícia trabalhando de verdade.
Política" panem et circenses", a famosa política do pão e circo, conhecem? Pois é...dê alegria a população para que eles mantenham-se entretidos o bastante ao ponto de esquecer da realidade medonha que cerca nossa cidade maravilhosa. E é assim que a banda toca!
Muitas pessoas dispostas a economizar, passar aperto durante o ano inteiro para comprar a tão esperada "felicidade".
Há quem pense que essa é a melhor festa do mundo, na cidade cheia de energia e alegria. Pouco se fala sobre a maquiagem densa e sedutora que a envolve.
Mas existe um propósito para tudo isso, além de atrair estrangeiros do mundo inteiro e fortalecer o turismo na cidade eleita a nº 1 em violência pela terceira vez consecutiva. Pelo menos é a única vez que se vê a polícia trabalhando de verdade.
Política" panem et circenses", a famosa política do pão e circo, conhecem? Pois é...dê alegria a população para que eles mantenham-se entretidos o bastante ao ponto de esquecer da realidade medonha que cerca nossa cidade maravilhosa. E é assim que a banda toca!
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
O que aconteceu com a nossa música?
Com certeza bate uma dor no coração quando passamos por algum lugar e escutamos aquelas maravilhosas canções enriquecidas de conteúdo sendo divulgadas através do porta-malas de algum carro desses da vida, dizendo: " Rala a checa no chão...", ou " Me dá, me dá a patinha sua cachorrinha...". Paremos para pensar: Porque isso se tornou tão frequente? Como podemos classificar tal estilo musical? Música para o "povão"? Porque o povo gosta tanto de escutar essas baixarias?
Não se fazem mais músicas como antigamente. Músicas com conteúdo, com poesia...com valor. O que será de nossas crianças, futuro dessa nação? (isso soa clichê, mas que seja). A realidade é exatamente essa. As crianças tendo acesso a essas porcarias que são supervalorizadas, gerando mais mentes alienadas movidas por modismo e consumismo exagerado, e se entupindo de informações fúteis.
Sim, é uma tristeza saber que nossa realidade é essa, por isso deixo explícita minha indignação e a vontade tamanha de mudar essa situação. Vamos acabar com o caos musical!
Música: Feliz foi Ari Barroso.
Não se fazem mais músicas como antigamente. Músicas com conteúdo, com poesia...com valor. O que será de nossas crianças, futuro dessa nação? (isso soa clichê, mas que seja). A realidade é exatamente essa. As crianças tendo acesso a essas porcarias que são supervalorizadas, gerando mais mentes alienadas movidas por modismo e consumismo exagerado, e se entupindo de informações fúteis.
Sim, é uma tristeza saber que nossa realidade é essa, por isso deixo explícita minha indignação e a vontade tamanha de mudar essa situação. Vamos acabar com o caos musical!
- Vai aqui uma sugestão musical massa:
Música: Feliz foi Ari Barroso.
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