Muitas pessoas não entendem, mas se pararmos para pensar, é fácil compreender. A vida está ai, seguindo seu fluxo natural, e esse fluxo envolve tanto coisas boas, como coisas ruins. A realidade é que tudo vem do berço. Como assim? Tudo se desencadeia a partir da educação que se obtém quando criança. Ao longo do tempo, as crianças que não receberam a devida criação, talvez a devida atenção, crescem despreparadas para lidar com certas situações, e isso faz com que problemas tomem dimensões ainda maiores na vida dessas pessoas. É ai que a droga entra.
A medida que essas substâncias são ingeridas, sensações são despertadas e na maioria das vezes, aqueles sentimentos que nos apavoram, são automaticamente adormecidos. É exatamente por isso que se cria a tal dependência, pois os problemas são adormecidos e não eliminados, uma hora eles voltarão e um novo ciclo recomeça.
A medida que essas substâncias são ingeridas, sensações são despertadas e na maioria das vezes, aqueles sentimentos que nos apavoram, são automaticamente adormecidos. É exatamente por isso que se cria a tal dependência, pois os problemas são adormecidos e não eliminados, uma hora eles voltarão e um novo ciclo recomeça.
Não foi diferente com a mais atual eliminada do ramo de artistas viciados em se transportar para mundos paralelos. Uma das vozes mais poderosas do mundo sucumbe em conseqüência dos malefícios que as drogas provocam no nosso corpo. Amy Winehouse is dead. Aos 27 anos, encontrada em seu apartamento, morta por overdose. Ai a gente se pergunta: Porque? Uma mulher que conseguiu conquistar seu espaço naquilo que sonhava desde pequena, rica, famosa e cercada de amor dos seus familiares? Porque se destruir dessa maneira?...
Essas são perguntas que todos se fazem.
No caso da nossa querida diva Amy, o caminho foi o inverso da tão falada garota Kelly Sales Silva, 22 anos, mais conhecida como Kelly Cyclone. Não temos nem como fazer uma comparação da vida que cada uma levava, mas a intenção é mostrar diferentes relações ligadas com o mundo das drogas.
Amy, garota britânica de classe média, filha de pai motorista de táxi e mãe farmacêutica, dona de uma voz fascinante e um talento incrível para a música, cresceu e trilhou seu caminho em direção ao mundo artístico, obtendo assim um inenarrável sucesso, fato. Já a garota Kelly, nascida e criada em bairro pobre, tenta levar uma vida digna, e não obtendo sucesso, inclina-se para o caminho mais “fácil”, aparentemente. Relaciona-se com traficantes e logo entra para a tão conhecida vida do tráfico. Ambas mortas, essa é a verdade. Uma, por não conseguir administrar a fama que obteve e a nova vida que se desencadeou, deixando-se levar por influências que a levariam mais tarde ao fracasso, e a outra, por não conseguir ver sentido em uma vida rodeada de sacrifícios sem nenhuma melhora, transforma-se na “patroa do tráfico”.
Parando para pensar, as duas situações são lamentáveis. No caso de Amy Winehouse, a perda de uma cantora fabulosa, um ícone da sua geração e uma referência para gerações futuras, e no caso da garota Kelly Sales Silva, o sentimento de fracasso por não conseguirmos criar mais um ser humano digno e com um futuro promissor.
Tudo isso mostra o quanto o ser humano é capaz de se autodestruir. Enquanto pessoas deparam-se com doenças graves e alimentam-se de esperança, ou de alguma melhora que seja, outras ingerem sucessivamente a causa de seus cânceres, tumores, paradas cardíacas e outros males quaisquer.
Prazer, euforia, bem estar e felicidade agora...doenças, dor e morte depois.
